| Apresentação da peça “O Resgate da Carteira” |
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“O Resgate da Carteira – Um musical clown” Personagens: Caroca: Mãe do palhaço Tranqueira Junior, Dona Caroca aparece no final da peça como a verdadeira sequestradora da carteira. Chatonilde: Palhaça metida e enjoada, mas que assim como todos possui um bom coração. Choralinda: Do começo ao fim o que sabe fazer de melhor é chorar. Iti: Dona Iti é uma “jovem” senhora aposentada, envolve-se de corpo e alma na busca da carteira relembrando dos seus tempos de guerrilheira. Gagueiro: Um sério senhor, mas que tem um grave problema com a gagueira excessiva. Galãzinho: Metido a sabichão encanta as mulheres com sua voz de galã. Organizavosk: A Sra. Organizavosk é a governanta espanhola da casa por onde toda a trupe faz a busca da carteira seqüestrada. Pipoca: Não é lá muito concentrada nos problemas, mas come do começo ao fim da peça. Rosadinha: Jovem e feliz para essa palhaça não há tempo ruim, sempre tem uma boa gargalhada para soltar. Tranqueira Junior: O protagonista de toda peça, esse palhaço é enrolado e atrapalhado, se desespera ao descobrir o seqüestro de sua carteira com todo o dinheiro que juntou para o presente da sua mãe, mesmo sendo a quantia de um real e noventa e nove centavos. Depoimento da componente Samantha Moraes (palhaça Rosadinha) Em nosso grupo há muitas pessoas engraçadas e bem divertidas, então quando foi falado "vamos apresentar um musical Clown!", todos ficaram na maior expectativa, pois sabíamos que seria algo muito engraçado e divertido de se fazer. Porém, muitas vezes acabamos confundindo algo divertido com falta de seriedade e ao longo dos ensaios e dos dias me preparando, comecei a me dar conta de que apesar de muito engraçado, era também um trabalho muito sério e com uma mensagem muito bonita, assim como todas as outras apresentações. A minha personagem foi algo muito bom de fazer, logo de inicio fiquei muito tranqüila, digamos até que foi certo comodismo, por ver que minha personagem era bem parecida comigo, todas aquelas risadas e literalmente "palhaçadas”, mas ao longo dos ensaios fui percebendo que não era tão simples assim, que era algo bem trabalhoso e que precisaria de muita dedicação e seriedade para fazê-la. Cheguei a pensar até mesmo que não iria conseguir, mas graças ao Nosso Deus tudo ocorreu bem e eu a fiz de uma forma que eu nem mesmo esperava, pude ver que realmente é Deus quem cuida de tudo, até de uma simples risada, e sei que Ele tem um plano para mim neste ministério e que Ele quer me usar ali para testemunhar e ganhar vidas para Ele.
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